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20 setembro 2010

Um Norte para Decorar Janelas

Fazendo o post "Entenda de Janelas" encontrei muitas imagens de cortinas e persianas bem bacanas, e decidi publicar aqui rapidamente. Pesquisei um pouco sobre dicas de como escolhê-las também, porque acredito ser uma tarefa nada fácil, decidir entre cores, texturas, volumes, além da funcionalidade.

Antes de mais nada, vamos então destacar a sua funcionalidade no ambiente:

  • Função decorativa - cortinas e persianas complementam a decoração e devem estar integradas ao estilo e às cores dos móveis e demais elementos do ambiente para torná-lo harmônico;
  • Conforto acústico - as cortinas amenizam os ruídos que vêm do exterior da residência, tais como barulhos do trânsito, vozes, música, obras, etc;
  • Conforto térmico - cortinas aquecem o lar no inverno, na medida em que impedem a passagem de ventinhos indesejados pelas frestas das janelas. Por outro lado, no verão, mantém a temperatura do ambiente mais agradável, aplacando o calor provocado pelo sol, ou mesmo aquele bafo que vem da rua;
  • Privacidade - cortinas e persianas garantem a nossa privacidade, especialmente para quem mora em andares mais baixos ou muito próximo de outros edifícios;
  • Proteção contra luminosidade - as cortinas e as persianas são fundamentais para amenizar ou eliminar totalmente (caso do blackout) a luminosidade provocada pelos raios do sol ou simplesmente pela claridade que vem de fora;
  • Aconchego - cortinas vestem a casa da gente, tornando o ambiente muito mais acolhedor.
Mas as vantagens não param por aí. As cortinas, ou mesmo as persianas, também podem servir para “corrigir” alguns problemas estéticos. Através delas podemos conseguir simetria onde não há, como é o caso, por exemplo, de uma janela, um móvel ou mesmo um quadro que não estão centralizados no ambiente. Nestes casos, é perfeitamente possível atingir o equilíbrio através da colocação da cortina. Também há situações em que se tem uma parede ou um lado do ambiente com cores mais fortes, ou elementos mais pesados. Pode-se fazer uso da cortina para equilibrar estas distorções, harmonizando o espaço.

Nos casos em que o objetivo for resolver problemas térmicos ou acústicos, a sugestão é o uso de uma fibra sintética costurada em matelassê junto ao tecido da cortina, o que torna mais eficaz a proteção contra o frio, o calor ou ruídos.

FICA A DICA!
No que diz respeito a tendências, aquelas cortinas volumosas feitas de tecidos pesados, com babados, dobras e drapeados estão totalmente fora de moda. O que se usa hoje: tecidos leves e pouco pano. Se o orçamento permitir, linho e seda são ótimas opções. Para baixar o custo, o voal é uma boa solução, já que tem ótimo caimento, é leve, fácil de lavar, e bem mais acessível. Outra sugestão econômica é utilizar tecidos ditos “nobres” e mais caros, como a seda ou o linho bordado, apenas para fazer um barra aplicada na cortina.

Use a criatividade e escolha os tecidos que você mais gosta para combiná-los com outros mais simples e não tão caros. A barra pode ser aplicada na base, no centro ou no alto da cortina. Utilize uma bainha larga dupla do mesmo tecido do restante da cortina também é uma idéia que proporciona diferença de textura e um jogo de luzes, pois passará mais claridade onde o tecido não for duplo e menos luz onde for duplicado, dando um bonito efeito no ambiente.

Os tecidos lisos estão mais na moda do que os estampados, ao contrário de outros tempos, em que florais e estamparias pesadas eram a regra. Hoje também está se usando muito tecidos com nervuras, bordados suaves, tudo muito leve.







Fonte: Goldsztein Web
Fotos: Google

17 setembro 2010

Entenda de Janelas

A importância das janelas vai além das exigências estéticas, de luminosidade e ventilação dos espaços. Ela deve aliar tais fatores à garantia da privacidade, segurança e bem estar das pessoas nos ambientes. Para isso, é preciso conhecer algumas particularidades desse recurso arquitetônico, como a forma de abertura e projeção das folhas, vedação, isolamento acústico etc. Confira as informações e dicas que encontrei, que vão ajudar na melhor escolha.

Em geral, os principais modelos de janelas que encontramos no mercado são:

Bay Window - típica da arquitetura inglesa, esse modelo de janela, sempre instalada no piso térreo, tem três faces que se projetam para fora do prumo da construção. Possui variações como a Oriel Window, instalada no andar superior e ocupando todo o pé-direito do ambiente, e a Bow Window, que, em vez de facetada, projeta-se para fora das paredes como um volume semicircular.

Sanfonada - também conhecida como camarão, move-se no sentido horizontal, flexionando suas folhas com a ajuda de dobradiças. Regula bem a entrada de luz e ar, mas quando fechada não permite boa vedação.

Basculante - projeta-se para dentro ou para fora, num movimento de rotação em torno de um eixo horizontal ou por meio de um braço de articulação. Dependendo do ângulo de abertura de suas folhas, a ventilação é parcial, mas constante.

Máximo-ar - denominação de janelas, cuja abertura deixa os vidros numa posição perpendicular em relação à esquadria. Garante boa ventilação e iluminação, mas pouca privacidade.

Veneziana - com palhetas na horizontal, que se apóiam na caixilharia. Além da de palhetas estreitas, existe o tipo portuguesa, cujas palhetas em balanço avançam para fora do caixilho. Proporciona ventilação mesmo fechada.

De Correr - bastante utilizada, move-se ao longo de trilhos; é chamada de deslizante quando se abre para as laterais, e de guilhotina quando se abre para cima e para baixo. Em ambos os casos, apresenta manobras simples, que poupam os espaços ao redor, tanto interna como externamente. A ventilação apenas se dá em 50% da abertura.

De Abrir - assim são chamadas as janelas tradicionais que liberam 100% do seu vão para entrada de ar, sem nenhuma resistência ao vento. Existem as de folhas duplas (caso se abram para dentro, dificultam a colocação de cortinas; se para fora, o uso de grades de segurança ) e as de folhas simples. Tanto numa quanto noutra, as folhas se fixam apenas quando abertas ou fechadas totalmente.

De Tombar - este tipo de janela, como o nome já diz, tomba para dentro, mas apenas na parte superior da esquadria. Apesar de não liberar totalmente o vão, oferece aeração constante e boa vedação contra chuvas e ventos.

Pivotante - determinada por movimento giratório em torno de um eixo (pivô) vertical instalado no meio da abertura ou mais próximo de uma das bordas. Cria vãos que permitem a circulação do ar em todo o ambiente, mas dificulta a colocação de cortinas e grades.

Vitrôs - uma ou mais folhas de vidro que se movem na vertical ou na horizontal a partir do comando de uma alavanca. Além de não liberarem o vão para passagem total do ar, proporcionam reduzida vedação.

Vidro fixo - este tipo de janela se caracteriza pela imobilidade tanto dos vidros como dos caixilhos, que se mantém fixados à abertura. Com luminosidade, vedação e segurança garantidas, a aeração, por sua vez, é nula.
 
As Esquadrias
Geralmente são feitas em quatro materiais básicos: madeira, alumínio, aço (ferro) e PVC:

 De Madeira - má condutora de calor e som, mas excelente isolante termoacústico, destaca-se pela nobreza que confere aos acabamentos. São as mais recomendadas para casas de praia e campo por oferecer, quando tratadas corretamente, boa resistência à maresia e ao tempo. O tipo de madeira também deve ser observado, já que algumas são mais resistentes que outras, não necessitando sequer de tratamento.

De Aço - conhecida como "de ferro", difundiu-se entre as construções populares; por ser sensível à corrosão, esse problema foi minimizado com adição de cobre ao aço. Assim como as de alumínio, são boas condutoras de calor e som, e por isso, péssimos isolantes termoacústicas.

De PVC - utilizado na produção de caixilhos é o PVC Plus, que recebe aditivos químicos, que proporciona maior resistência a impacto e calor, e aderência a pigmentos para cor. Além do ótimo isolamento termoacústico, o PVC oferece boa vedação à água e ao ar, e demonstra grande resistência à poluição química.

Os Vidros
São elementos de destaque nas janelas, proporcionando segurança, luz e visibilidade às construções. O mais comum é o cristal liso, encontrado nas cores fumê, verde e bronze e com espessuras de 3 a 6mm. Porém, existem tipos tecnicamente mais sofisticados. É o caso do laminado, ideal para segurança, que apresenta uma camada de polivinil butiral (espécie de plástico prensado entre os vidros) que, mesclando tonalidades diferentes de vidro e plástico, permite maior diversidade de cores. Sua espessura varia de 6 a 40mm; em caso de quebra, os cacos se mantém grudados ao butiral. Muito mais seguro.

Os aramados, com arames na horizontal e vertical, são fundidos junto com os componentes do vidro (sílica). Translúcidos e sem cor, constituem-se numa alternativa que fica apenas na promessa da paisagem, deixando a luz passar sem revelar com nitidez as imagens. Têm de 6 a 7mm de espessura.

Finalmente, os temperados, obtidos a partir do aquecimento e resfriamento abruptos dos materiais. Não permitem cortes ou furos depois de prontos, são produzidos sob encomenda, podendo ter 6, 8 ou 10mm de espessura. As colorações mais comuns são verde, marrom e cinza.

Fonte: Guia da Obra (2007); Revista Arquitetura & Construção (1993)
Fotos: Google

Janela Décor
Vestir as janelas de qualquer casa acaba por produzir um resultado decorativo, mas também funcional. Se por um lado, os diversos adereços disponíveis para “tapar” janelas são perfeitos para conferir privacidade a quem está da parte de dentro e regular a intensidade da luz, aquecendo no Inverno e refrescando no Verão, podem e devem enquadrar-se no esquema decorativo existente. Faça das janelas as estrelas de todas as divisões do seu lar! (http://www.eudecoro.com/)

Algumas Inspirações...















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