29 abril 2012

{Curta!} Lavabos na lista de desejos

Há um certo tempo o lavabo já vem marcando de vez a sua presença na casa. E é certo que se tornou um ambiente na lista de desejos de qualquer pessoa.

Geralmente o menor ambiente da residência, o lavabo tem em média de 2 a 5 metros de área.
Os materias utilizados são os mais variados, indo desde a madeira até o aço inox. Como o ambiente é geralmente muito pequeno, usar espelhos, vidros e outros materiais translúcidos ajudam a aumentar a sensação de espaço.

A iluminação também deve ser bem projetada. Geralmente em um lavabo, por ser um ambiente pequeno, podemos colocar apenas pontos de luzes focado no vaso sanitário e na bancada. Só tome cuidado na escolha da lâmpada. Utilizar iluminação indireta por meio de arandelas também é uma boa opção.

Aí vão algumas inspirações para mim inclusive, que estou ávida por um insight para conseguir terminar a decoração do meu aqui em casa... já dizia que em casa de ferreiro... ;)

Bancadas em espelho ampliam o espaço

A cor beterraba dá um ar sofisticado

Toque oriental se destaca no ambiente todo branco

Ar retrô através das listras, espelho circular e da madeira

Sobriedade no tom das paredes e o marmore carrara

27 setembro 2011

{Diário da Obra} Parte 2 - Área Gourmet

Antes e Depois da varanda gourmet

A segunda parte do post sobre a varanda refere-se a área gourmet. De frente ao que compreende pia e churrasqueira, construi um grande balcão gourmet, com 3,50m de comprimento, reunindo as funções de balcão de refeições (h=110cm) e bancada de serviço (h=90cm), acomodando confortavelmente seis pessoas, e que inclui cooktop elétrico duas bocas, espaço para uma futura instalação de chopeira embutida (posteriormente publico aqui mais detalhes sobre ela), adega para vinhos e armários com equipamentos e acessórios.

O revestimento básico (tampos e frontões) optei pelo em Granito Preto São Gabriel, a base foi em alvenaria, com vigas inclusive para suportar o peso do granito. Os gabinetes fiz em marcenaria e  o revestimento frontal do balcão, foi um achado da Keystone que dá seu showzinho a parte, formando um mosaico interessante de pedra e madeira. Ele é iluminado por uma fita de LED branca, dando uma leveza ainda maior na peça, a noite.

A iluminação do ambiente faz toda a diferença

A varanda faz divisa com a cozinha, e tinha uma porta de acesso direto, que decidi fechar com essa parede de tijolos rústicos à vista, devido ao pouco espaço interno na cozinha (extremamente pequena, teve sua área útil ainda mais prejudicada por três portas existentes – uma de acesso para a lavanderia, outra para a sala e outra para a varanda). Assim resolvi este problema e dei mais unicidade também ao ambiente da varanda.

Num próximo post, trato melhor a respeito da cozinha, mas o fato é que uma das soluções foi fechar o acesso a varanda e transformar aquele pequeno nicho formado, um espaço para encaixar o meu fogão e coifa. Isso me deu área para uma boa bancada de trabalho internamente e gavetões de paneleiros. Já do lado da varanda, a parede criada tornou-se uma extensão da parede da churrasqueira com um pequeno recuo (15cm) que dá um certo movimento na estrutura, ao invés de “chapar” e ficar um grande paredão.

Para atenuar ainda mais, essa ‘nova’ parede foi revestida em tijolo aparente (ou ‘à vista’, como também é chamado), com o efeito de “demolição” - um dos acabamentos mais apreciados e utilizados, que dão o efeito de envelhecidos (após assentá-los, remove-se o excesso de massa e com uma esponja úmida espalha o resto do cimento, dando o efeito. No caso das construções antigas, após retirar o reboco, é só raspar a sua cobertura e deixá-los à vista).

Um ambiente de living em “L” e um espaço reservado para um pequeno jardim suspenso, complementarão as atividades nesta área. O envidraçamento da varanda garante tranqüilidade acústica e térmica em qualquer época do ano.

Detalhes da reforma: destaque para o mosaico em cerâmica no piso imitando tabeira de madeira
Detalhes da reforma: destaque para o balcão gourmet como ponto focal da varanda
Ainda está pendente finalizar a decoração, com as banquetas do balcão, o jardim, enfim, adequações que vou fazer com o tempo por enquanto. Tão logo complete o projeto, publico aqui para vocês!

15 setembro 2011

{Diário da Obra} Varanda Gourmet - Parte 1

O Piso:
Diferente do que havia projetado previamente, decidi não mais elevar o piso ao nível do da sala, avançando o mesmo piso interno para a varanda. Por recomendação até mesmo do fornecedor do taco palito que escolhi internamente, a incidência maior de líquidos derramados na área de churrasqueira, não havia como garantir a durabilidade do material. Preferi não arriscar e foi ótimo!Isso é importante: é preciso sensatez para tomar decisões mais funcionais, não tão somente estéticas. Ficaria lindo prolongar o taco para a área da varanda, nivelando todo o seu perímetro, sem dúvida, mas a que preço futuramente, certo? Cheguei a pesquisar o deck como alternativa, mas o preço foi exorbitante!

Então, na área da varanda, troquei o piso existente (era uma cerâmica rústica de 30x30cm) pelo Porcellanato rústico ou acetinado (cor cinza claro) de placas de 60x60cm uniformizando melhor a área – quanto maior a placa menos linhas de rejunte. Acho mais elegante e é claro, a ampla área me permite a escolha por placas maiores – em áreas pequenas não é aconselhado, para esses casos, o ideal seria no máximo placas de 45x45cm.

Para complementar o charme na paginação do piso, filetes em cerâmica imitando madeira de deck, formaram uma espécie de tabeira de 30cm de largura, que contorna toda a extensão da varanda. (Tabeira é o nome que se dá a uma série de tábuas ou granito  que contorna as paredes, formando a moldura que guarnece os piso, assoalhos ou forros.)

Optei por assentamento do piso em ‘junta seca’ - um sistema que consiste na utilização de placas cerâmicas em pisos e paredes sem juntas de assentamento, ou seja, as placas são encostadas umas as outras com um espaçamento quase imperceptível, proporcionando mais beleza ao ambiente. Porém, mesmo assentando sem juntas, há a necessidade de rejuntarmos com rejunte epóxi ou junta fina para Porcellanato, especificando um rejunte na cor da decoração do material adquirido, para dar ao ambiente o efeito de uma placa única. É fundamental que os pisos e revestimentos em junta seca, sejam produtos ditos ‘retificados’ (basta solicitar ao vendedor), que são placas cerâmicas que após a queima, passam entre rebolos diamantados que garantem dimensões finais precisas, permitindo o total alinhamento durante o assentamento – você notará que o acabamentos das placas são bem retas e não “abaloadas” como de costume.

Rejunte em junta seca e mosaico em cerâmica para efeito tabeira


Paginação do piso: "Antes (esquerda) e Depois"

02 setembro 2011

À Casa Retorno...

Alguns já sabem, mas depois de 04 meses cá estou de volta ao blog, feliz da vida, ou melhor, IRRADIANTE MAIS QUE NUNCA! Sim! No último dia 22 de abril, em plena sexta-feira santa, nasceu minha linda filha Sofia! De parto normal, pesando 3,300Kg e medindo 50 cm, foi o meu melhor presente de páscoa que qualquer coelhinho poderia trazer! Quatro meses depois e agora me sinto mais tranquila para correr aqui e publicar novamente os posts que tanto gosto de compartilhar com vocês! Peço desculpas se por acaso não conseguir ainda a mesma frequência de antes, mas vida de mãe de primeira viagem e que amamenta ainda por cima, já podem imaginar a loucura! De qualquer forma, não me faltará disposição para que, mesmo assim, insista em teclar algumas palavrinhas por aqui sempre que puder! Aos poucos espero voltar a tona com pique total!

Entre Esboços completa 1 ano!
Bem, e nesse tempo ausente da net, o blog também completou seu 1o. ano no ar! Gostaria de agradecer a cada um dos leitores deste espaço e em especial, aos blogueiros que me ajudaram, me ajudam, muito a manter conteúdos de qualidade aqui publicados, dando sugestões de pauta e comentando os posts. Parceiros como a Arqteturas Ilimitadas, Arquitetando Idéias, Arquitetura do Imóvel ,Obra Vip, O Azulejista, Decori Revestimentos, Espaço Home, Casa de Catarina, Bicha Fêmea, Barsaglini, são alguns dos incentivadores desta casa!

Muito obrigada!

09 abril 2011

Mármore ou Granito? | Escolha sua 'pedra preciosa'

Antes de escolher entre o mármore ou granito, é preciso saber as características, aplicações e usos indicados para cada um. É possível diferenciar um tipo de mármore ou granito de outro pela sua cor e desenhos das nuances. No entanto, cada tipo possui características específicas: um mármore pode ser mais poroso que outro, por exemplo.

O mármore é composto por um mineral e por calcita. Já o granito é formado por três minerais (a mica, feldspato e quartzo). Na prática, isso significa que o granito é bem mais duro, resistente e menos poroso do que o mármore, que risca com mais facilidade. No mercado, existem disponíveis mármores e granitos nacionais ou importados. Um dos fatores que influi na oferta e preço desses diversos tipos é sua raridade: quanto mais raro, mais caro.

O Brasil possui muitas jazidas de granito e está entre os grandes exportadores de granito do mundo, mas sua produção de mármores ainda é pequena. Por isso, o produto importado também ocupa espaço no mercado brasileiro.

Para diferenciar o Mármore do Granito: Risque com uma faca ou canivete (uma peça de metal) a superfície do material, de preferência em uma parte que não fique visível. O mármore ficará marcado e o granito, em menor proporção devido à sua dureza. Outra diferença é o próprio visual: o granito é mais mesclado, enquanto a coloração do mármore é mais uniforme.

Ambos possuem alta qualidade, o importante é saber quais as aplicações mais indicadas para um e para o outro. Aplicações: como escolher? O mármore deve ser utilizado preferencialmente em ambientes internos. Isto, porque o material sofre com a ação do tempo (possui sensibilidade à chuva ácida) e da poluição.

Também deve ser evitada a utilização de mármore em áreas de tráfego intenso, pois desgasta-se mais facilmente. Outro ambiente a ser evitado é a cozinha: por ser poroso, absorve gordura. Além do mais, não tendo resistência contra ácido, pode adquirir manchas e perda de brilho com produtos como vinagre, limão ou materiais de limpeza pesados.

O mármore é mais indicado que o granito para revestimento de paredes internas, porque é mais leve. Ambos são indicados para piso interno, no entanto é preciso o cuidado de impermeabilizar o contrapiso, no caso de aplicação em andar térreo. Além do mais, é recomendável utilizar cimento branco nos mais sensíveis, como granito claros e mármores, para não correr risco de alterar sua cor.

Neste caso, evite os mármores mais porosos, que correm o risco de manchar-se com a umidade, apesar da impermeabilização. Se ainda tiver dúvidas quanto às suas aplicações, lembre-se que o mármore é menos resistente à riscos, mais macio e poroso. O granito, mais pesado e mais resistente.

Cuidados a serem tomados: Qualquer peça de mármore ou granito requer apenas pano úmido. Se necessitar utilizar detergente, escolha sempre o neutro incolor. Nunca utilize produtos como água sanitária ou produtos ácidos ou corrosivos. No caso do mármore, é preciso, ainda, tomar muito cuidado com líquidos: café, refrigerantes, produtos oleosos, etc.

Como são porosos, tendem a absorver líquidos. A dica é limpar o local imediatamente, utilizando apenas água e detergente neutro incolor. Tome cuidado, também, ao utilizar o granito polido: em pisos externos, torna-se escorregadio, porém, existem alternativas como o granito apicoado ou flameado que ficam antiderrapantes. Por outro lado, é uma excelente opção para a bancada da cozinha, por ser bastante higiênico. Fonte: http://www.lestemarmores.com.br

Eu pessoalmente sou bem adepta ao granito, mais que o mármore, exatamente por uma de suas características marcantes como durabilidade e facilidade na limpeza. Devido a menor porosidade em relação ao mármore, o acúmulo de sujeira é menor fazendo com que a limpeza dure, prolongando o aspecto da boa aparência. Só tome cuidado com as pigmentações muito escuras que podem acabar deixando seu ambiente pesado, principalmente em banheiros. Já para as tonalidades claras o cuidado deve estar na argamassa, que deve ser usada na cor branca para que as peças de granito não fiquem tingidas.

Encontrei pela internet um catálogo bem completo de mármore e granito para que conheçam a grande variedade existente no mercado. Confira no link: http://www.predisa.com.br/ 

Algumas inspirações sobre como podemos aplicar essas pedras "preciosas" e deixar como jóia o seu ambiente:


 Fotos: Google

08 abril 2011

{Diário da Obra} Do papel ao ‘concreto’: Mãos a Obra!

Neste relato do {Diário da Obra}, passamos da definição do projeto e vamos agora a execução, a obra propriamente. Ninguém duvida dos benefícios de contratar um profissional para tocar a construção ou a reforma da casa - isso garante um projeto adequado às necessidades da família, o cumprimento de cronogramas e a execução de acordo com o planejado. Para decidir que tarefas contratar, você precisa estar por dentro dos processos da construção, ou seja, do passo-a-passo da obra. O profissional pode auxiliá-lo desde o momento da compra do terreno, por exemplo, até a hora de escolher os materiais - tudo depende da formação dele e da estrutura que o escritório tem a oferecer. Por isso, solicite ao arquiteto ou ao engenheiro uma lista dos serviços que ele costuma efetuar.

Aposte no contrato: esse é o compromisso entre você e os profissionais envolvidos na obra e, por isso, deve ser muito claro. Começando pelo escopo do trabalho, que se for bem detalhado garante a precisão do valor e do resultado da obra. Sugiro que o documento especifique (além dos serviços a serem executados) também aquilo que o arquiteto ou o engenheiro não fornece - e, se fornecer, qual será o custo estimado.

No meu caso, sabendo das minhas limitações físicas – estando gestante – e portanto, com meu cronograma para entrega da reforma extremamente enxuto, optei em contratar uma engenheira civil para executar o meu projeto, coordenar os projetos complementares (luminotécnica, áudio e vídeo, vidraçaria, marmoraria, gesso e marcenaria) e administrar a obra como um todo. Desse trabalho fazem parte as compras e o recebimento dos materiais da reforma, a mediação dos fornecedores e prestadores de serviço que contratei diretamente para os projetos complementares e o acompanhamento da sua execução.

Gerir uma obra do princípio ao fim, não é uma tarefa fácil, é preciso tempo para se dedicar e acompanhar de perto, estar disponível invariavelmente para contornar contratempos, rever etapas, conclui-las enfim. E mais importante de tudo isso, otimizar: Time is Money mesmo em uma obra, seja de grande ou pequeno porte! Analise custo x benefício com o máximo de imparcialidade possível, reflita a médio e longo prazo a respeito do seu fluxo de caixa e verifique o quanto vale o investimento.


Escopo preliminar dos serviços que contratei para a reforma

14 março 2011

{Diário da Obra} Do papel a execução

Vocês já sabem que a blogueira aqui está de casa nova (na verdade um apê novo) e realizando a sua reforma, razão pela qual, há muito tento estar em dia com minhas postagens mas sem muito progresso...peço desculpas inclusive por isso!

Bem, e tem sido tantas aventuras entre cotações e execuções, que decidi dividir com vocês o {Diário da Obra} que começo oficialmente, hoje aqui no blog.

A idéia é acompanharem comigo, o andamento do princípio ao fim, compartilhando o projeto, execução, dicas e porque não, aprendizados! Afinal, uma coisa é no papel, a outra... vocês já sabem! Então, fiquem a vontade para me acompanhar nessa jornada, sugerir e questionar ok?! Vamos lá, mãos à obra!

{Diário da Obra} - Traçando o perfil, definindo o projeto

Concretizar a distribuição de um espaço desejado e imaginado apenas em mente é um sonho idealizado por todas as pessoas. Procurar um profissional que consiga traduzir a realidade subjetiva do cliente é cada vez mais comum, embora ainda assim essa decisão costume ser seguida de incertezas e dúvidas. Mas independente deste recurso, é importante saber que para se desenvolver um bom projeto, o começo de tudo deve ser a definição do que será o estilo da casa, e a partir dele, identificar o ‘chamariz’, a atração principal de todos os ambientes – isso é o que dará a personalidade ao lugar. Personificar conforme “a cara do dono”.

E para facilitar a nomeação da “menina dos olhos” do projeto, deve-se traçar o perfil, o estilo de vida dos moradores, freqüentadores daquele ambiente. Para identificar este perfil, é importante que se consiga o máximo de informações possíveis, pertinentes é claro, ao dia-a-dia dessas pessoas e que de alguma maneira, o projeto possa contribuir positivamente, agregando conforto, funcionalidade e segurança, a sua qualidade estética.

Na minha casa, traço o seguinte perfil: um casal, 33 e 35 anos, uma filhinha a nascer em abril, sem animais de estimação (por enquanto), uma empregada que trabalha diariamente, mas que não mora na casa. Sou formada em marketing, atualmente estudo design interior, atuo como freelancer em casa. Meu marido é formado em engenharia elétrica, trabalha como gerente de vendas e viaja bastante a trabalho, mas procura estar de volta as sextas. Gostamos de receber os amigos em casa, adoramos um drink para encerrar a semana. Ele tem como hobby cozinhar, cuidar de plantas, whisky e charutos, vídeo game e bricolagens em geral. Meu hobby seria decoração, escrever, desenhar, internet – estou sempre nos blogs e redes sociais, assistir a filmes, tomar um bom vinho e receber pessoas. Nossos familiares moram próximos, dispensando a necessidade de dormirem em casa.

Assim, a leitura do perfil acima, determina naturalmente que a área social seja o ‘ponto focal’ de todo o trabalho. Por isso trabalhei o projeto em cima da área de 'convivência' da casa, integrando as salas de jantar e home theater, a área de living e churrasqueira, estes já na própria varanda.

Projeto definido, agora é "mãos a obra"!

22 janeiro 2011

"Entre Esboços" é indicado a selo de qualidade!

É maravilhoso ver nosso trabalho reconhecido, ainda mais por outros blogueiros que como nós, sabem dos manejos que tem de ser feitos para poder dedicar um pouco do nosso tempo escasso, pelo simples prazer de compartilhar informações de boa qualidade e grande interesse aos leitores.

O blog da arquiteta de Porto Alegre, Silvia Gatti, o Arquitetura do Imóvel, acaba de indicar o "Entre Esboços" para o selo de qualidade. Alguns já devem saber que esta é uma prática no mundo dos blogueiros, onde cada um indica uma relação de blogs que contenha bons conteúdos publicados, divulgando pela internet, entre seu público. Sem dúvida, um incentivo a mais para manter o 'Entre Esboços' a todo vapor!

Muitissimo obrigada Silvia! E é claro, a todos os leitores aqui dessa casa! Muito obrigada mesmo!

Vanessa Yurie


Seguido da divulgação do Selo, Silvia pede para responder um quiz breve para conhecerem um pouco mais sobre a blogueira aqui. Então lá vai:

Nome: Vanessa Yurie (mestiça de japoneses, não tinha como não carregar minha quota oriental também no nome, além dos olhos rs)

Uma música: Forever Young (Alphaville) - praticamente um hino para mim!
Humor: bem, tendo em vista a descendência japonesa, o que mais faço é sorrir, acho que dou risada até quando estou brava, sou do tipo que ri de nervoso rsrsrsrsrs (aliás, "rs" é o código que mais digito na internet! rsrsrs Seguido de uns KKKKs muitas vezes...kkkkk!!) Mas como a Silvia, levo cerca de 1 hora para entender que acordei, e então despertar tais sorrisos, caso contrário... "cuidado cão bravo" rsrsrsrs

Uma cor: adoro o trio preto, branco e azul (rosa nem pensar!)

Uma estação: verão! Muito verão!!! Adoro sol!!!

Como prefere viajar: até meus bons 20 anos, vivia de mochila e barraca, desbravando trilhas por aí. Ah mas depois dos trinta... não dispenso um bom RESORT all inclusive! ;)

Um seriado: FRIENDS (definitivamente e eternamente), LOST (apesar de que acho que foi mais por teimosia que paixão rs) e HOUSE (amo aquele coração mole que insiste em dar uma de homem de lata!)

Frases ou Palavras ditas por você (aqui fica um pouco do meu espontaneismo aparente e escancarado):
1) Quando estou brincando: MISERICÓRDIA! Isso é o que solto volte e meia para substituir aqueles palavreados mais ditos, 'populares' rs
2) Quando estou falando sério: acho que nesses casos, não há muito 'frase ou palavra' dita, a minha expressão se transforma - muitos amigos adoram me imitar em reuniões, por exemplo, porque costuma ser bem diferente da 'espoleta' aqui rs

É aí vai a relação de blogs que indico para este selo! Vale a pena conferir e seguir!

16 janeiro 2011

The Rainbow House | O lúdico através do design

Muito mais que uma casa 'arco-íris', um lugar de muita energia, muito astral! Mostra que a magia ainda é possível através do design. Impossível não querer adentrar a esse mundo divertido e convidativo. Então deixa de lado só por um momento, as pré-concepções a respeito de viabilidades técnicas desta casa, e divirta-se pelo tour! Conheça, The Rainbow House, localizada em Londres, Inglaterra.



The Rainbow House, London from Ab Rogers Design on Vimeo.



Vídeo: The Rainbow House by Viemo (www.vimeo.com)

15 janeiro 2011

{Curta!} | Verde que te quero assim...

Escolhendo cores para o novo apartamento, encontrei essas rápidas inspirações em tons de verde. Muito imponente, ao mesmo tempo, vivaz, independente da padronagem escolhida. A feliz escolha ainda proporciona, de quebra, uma infinita combinação de cores 'parceiras' como podem ver nas imagens abaixo. Essa harmônica parceria, se estende também, a diversidade de estilos de vida. Confira e ...{Curta!}






Fotos: Home Decor News

11 janeiro 2011

Workplace Innovation | O Escritório Sustentável da Philips

Com meta de se tornar empresa líder de saúde e bem-estar, a Philips implementou o conceito Workplace Innovation que estimula a integração das pessoas, o uso de tecnologia de ponta e garante um ambiente de trabalho inteligente, eficiente, sustentável e ao mesmo tempo com mais qualidade de vida. Veja abaixo outros detalhes.

Arquitetura revolucionária

Bem-estar e produtividade com alta qualidade de vida são algumas das metas da Philips. Para alcançá-las, a empresa adotou um projeto de arquitetura inovador. No novo escritório, os funcionários podem escolher as áreas em que preferem trabalhar de acordo com suas atividades. À disposição, eles têm espaços diversos para diferentes níveis de formalidade ou para atividades que demandem trabalho em equipe ou concentração total. Cada departamento da empresa tem uma vizinhança pré-definida, para que a ocupação dos espaços aconteça de forma inteligente, entretanto, os funcionários têm mobilidade dentro do prédio para permitir maior interação entre as diferentes áreas.


Estações de trabalho totalmente ou parcialmente abertas, a disposição
Convivências (espaços de tamanhos variados para encontros informais)

Salas individuais para trabalhos que demandem concentração ou ligações importantes

Salas de Reuniões (de tamanhos variados para encontros formais)

A empresa investiu num design que estimula a criatividade e o contato entre as pessoas. Os espaços são coloridos, com mobiliários confortáveis e divertidos e concebidos para que a Philips seja percebida de acordo com a identidade visual adotada globalmente, além de promover o bem-estar nesses ambientes.

“Em termos de arquitetura, a Philips apostou num design instigante que incita a descoberta, com cores vibrantes que nada lembram os convencionais escritórios corporativos. Desde a chegada, o visitante já identifica que aquele ambiente é Philips. Os espaços são concebidos para que a Philips seja vista e sentida”, explica a arquiteta responsável pelo projeto Cláudia Andrade.

Iluminação do Futuro

A nova sede tornou-se um show room de iluminação, que inclui lançamentos mundiais, de última geração em eficiência energética e design. Todos os espaços contam com sensores de luz natural e de presença automatizados. Salas de trabalho e de reunião contam com dimerização que possibilita aos seus usuários escolher a intensidade e o tom da cor que gostariam de definir para melhor realizar seu trabalho. Um exemplo é a luminária Savio que é programável para seguir o ritmo biológico e estimula a produção dos hormônios cortisol (que mantém o estado de alerta) e melatonina (que acalma). Ainda é possível controlar a cor (azulada ou amarelada) e a intensidade de luz.

“Em cada ambiente, a iluminação foi pensada para atender as necessidades dos usuários somando o sentimento de bem-estar e a economia de energia. Foi um projeto único porque explorou todo o portifólio de produtos da Philips o que nos permitiu experimentar diversas soluções, muitas ainda nem disponíveis no Brasil. O conjunto de todos os recursos que usamos chama a atenção. Será perceptível aos usuários o trabalho com cores, efeitos, luminosidade e interação com a luz natural”, explica o lighting designer Gilberto Franco, do escritório Franco & Fortes.

Tecnologia de ponta

Para garantir os princípios de mobilidade, flexibilidade e produtividade a Philips disponibiliza aos funcionários uma série de recursos tecnológicos, a começar por um sistema de conexão completa (seja por e-mail, compartilhamento de dados, comunicador interno, webmeetings (Connect Meeting e Connect Webmeeting) e conexões para chamadas telefônicas. Há ainda internet sem fio em todo o escritório, acesso ao prédio simplificado com cartão inteligente, telefone celular para todos os funcionários com mobilidade, aplicações para chamadas VoIP gratuitas para chamadas de PC para PC e reuniões virtuais. Além disso, a empresa possui sistema de impressão e digitalização de arquivos central, que estimulará a redução de impressões de uma forma geral, economizando o uso de papel.

Fonte e Fotos: Ketchum Digital Brasil, Assessoria de Imprensa da Philips
Sobre a Philips do Brasil acesse: http://www.philips.com.br/

21 dezembro 2010

Reflexões de Fim de Ano

 
 
Engraçado dividir uma vida em anos. 365 dias separam os planos que fiz, daqueles que ainda farei. E tudo parece ser um único plano. O desejo de ser feliz e o sentimento de liberdade permanecem indissolúveis no tempo. Ânsia por novas descobertas... o medo do novo... Paradoxo eterno que me acompanha.

De todas as coisas por que passei, valeu a pena cada passo que dei. Nessa caminhada o que não vale é ficar parado, certo? Ainda que a queda esteja no percurso, saber levantar e continuar a andar é dom de poucos. E que sorte a minha estar nesta seleta lista!

Mas qual é mesmo a diferença que existe entre os minutos que findam o ano de 2010 e iniciam o de 2011?? Uma palavra apenas: ESPERANÇA...essa eterna companheira de todos nós. Liquido vital que percorre nossas veias. E que ela não se cesse!

E o tempo deixando como lembranças suas marcas...Cabelos brancos, sinais de expressão, desejos incompletos... Mas é assim mesmo que vivemos.

Já pensou como seria se tudo o que sonha já tivesse conquistado?? Ah eu construiria novos sonhos!!! Ora se faria!! =-)

Somos incompletos... é exatamente por isso que somos felizes. Parece dúbio, mas é verdade. A incerteza do amanhã é que nos faz olhar pela fechadura e desejar ultrapassar mais uma porta.

Que todos nós possamos carregar tantas chaves quanto portas formos capazes de abrir, que a satisfação de ter nossos sonhos realizados, não nos acomode a sonhar novos sonhos e que a frustração daqueles não concretizados, não nos tire o desejo de vida!

Um grande beijo com carinho sincero

Vanessa Yurie

26 novembro 2010

Banheiras Vitorianas: História e Sensualidade

As banheiras vitorianas originais datam do século XIX e, como o nome já diz, eram utilizadas nos banheiros do período vitoriano. De linhas arredondadas, estes modelos eram feitos de ferro fundido, com acabamento esmaltado, material capaz de manter a temperatura por um tempo prolongado.

Presentes nos projetos atuais, essas banheiras trazem de volta a poesia e o charme das épocas passadas

As versões novas podem ser encontradas feitas do mesmo ferro fundido de antigamente, ou de outro material chamado Quarrycast que é um composto vulcânico feito de pedra calcária e resina. Ambos, normalmente, têm garantia de 20 anos.

Existem também as banheiras de fibra, que não se comparam nem na sua beleza (a fibra amarela com o tempo), nem na resistência (elas costumam ter apenas 1 ano de garantia), mas possibilitam a adaptação de hidromassagens e duchas

As banheiras vitorianas são auto-portantes, podendo ser retiradas e reinstaladas em outro lugar, e tem instalação bem simples, não necessitando de alvenaria.

Com novas leituras, transformando-as em objetos contemporâneos, ou restauradas e pintadas externamente na cor ideal para o seu espaço, o certo é que estas banheiras voltaram para marcar presença, decorar e proporcionar banhos relaxantes.

Original ou atual, o bom é que este modelo de banheira, torna o sonho de ter um banho de imersão, muito mais próximo da realidade para todos nós, já que não necessita toda aquela quebradeira de uma obra convencional…#fato














 
O Design Vitoriano


A Rainha Vitória (1837-1907) da Grã Bretanha marcou uma era muito importante para a cultura inglesa: a Era Vitoriana. No seu reinado as artes, as ciências e a tecnologia foram desenvolvidas em um espaço de tensão entre a tradição do passado e a modernidade. O estilo vitoriano, do qual os ingleses se orgulharam, se estendia aos objetos, móveis, roupa, tecidos, gráfica, arte, arquitetura, paisagismo e design de interiores. Sua influencia chegou a muitos outros continentes e durou mais de um século.
O gosto vitoriano cresceu no coração da burguesia britânica do século XIX. Na arquitetura, na decoração, no paisagismo e nas artes gráficas e nos objetos predominaram as formas orgânicas estilizadas de linhas marcadas e os arabescos com decoração austera e volumes geométricos.

Fonte e fotos: Casos de Casa ; Historia do Design

17 novembro 2010

{Curta!} | Reinventando o Azul

Zapeando pelo site da querida Patricia Gray, premiada designer de interiores situada em Vancouver, no Canadá, encontrei essa rápida nota sobre esse tom de azul, que recentemente vem sendo utilizado aqui no Brasil. Embora tenha um "Q" europeu, muitos projetos tem recorrido a ele para um destaque especial no ambiente. {Curta!}

Aqui me refiro ao azul profundo, escuro e muito sensual. Tem surgido em paredes, construções, tapetes e acessórios. É um azul que não tem verde ou vermelho em sua composição. É quase um preto e é mais quente do que claro e possui mais vida e profundidade que o próprio preto em sí. É o mais profundo tom de índigo, por assim dizer. É a cor do céu em noite de lua cheia. É misteriosa, temperamental, classica, a frente de seu tempo, calmante e refrescante. Pode ter um acabamento brilhante ou totalmente fosco. Fica lindo quando contrastado com o branco puro. Alguns azuis profundos são: safira, azure, cobalto, indigo, náutico e royal.

O acabamento super brilhante nesta parede tem um sutil reflexo que se modifica ao longo do dia e literalmente brilha de noite.
Neste ambiente, foi utilizado um azul profundo no evidente tapete geométrico, como a única cor em toda a suíte.
Um profundo e refrescante azul mediterrâneo foi usado nas paredes deste ambiente.

Fotos e fonte: Patricia Gray Interior Design

12 novembro 2010

"Entre Esboços" Ganha Novo Selo de Qualidade

Fiquei muito contente em receber hoje uma nova indicação ao selo de qualidade! Dessa vez, a indicação vem da blogueira Flaviane Koti, do blog Terapia do Papel - que inclusive, convido vocês a darem uma passada por lá e conferir o trabalho incrível dessa artista, através da arte milenar japonesa, o Origami.

O Selo que o blog "Entre Esboços" recebeu chama-se 'Selo Dardo' e que representa "o reconhecimento dos blogueiros que no conteúdo de seus blogs transmitem valores culturais, pessoais, éticos, literários, dentre outros". É ou não para se envaidecer? =)

Obrigada a Flaviane pelo carinho e atenção especial ao "Entre Esboços". Certamente, este será mais um estímulo a continuar publicando posts de qualidade a todos os leitores!

10 novembro 2010

Acessibilidade | Banheiros Adaptados

Casa Cor MS | 'Lavabo Acessivel' - por Roberto Araújo e Grace Bello
Já é um 'chavão' o desafio que todos nós temos, ao buscar aliar funcionalidade a estética nos projetos de ambientes. No entanto, quando nos referimos a acessibilidade, esse desafio se amplia e, mais que isso, torna-se um dever de todo profissional. É preciso respeitar a risca, cada norma para garantir ao portador de necessidade física, um espaço seguro, funcional e, sim, esteticamente apresentável. Muito do que vemos por aí, são exemplos do 'rearranjo' mal pensado, buscando (ditas) soluções pontuais, para atender de imediato. Mas poucos entendem que a curto prazo só se consegue maiores prejuízos, retrabalhos, futuros. Então pare, reflita, planeje. E mãos a obra!


Encontrei este excelente post publicado no site da Clique Arquitetura, e que a Arquiteta Nadine Voitille, Socia Gerente da Clique, gentilmente me autorizou a compartilhar aqui no blog, o conteúdo na íntegra.

Confiram!
Introdução

Banheiros adaptados atendem a quem utiliza cadeira de rodas, aparelhos ortopédicos, próteses e também a quem precisa de apoio, como idosos e crianças.

Os sanitários para portadores deficiência física devem ser facilmente acessados, ficando próximo das circulações principais e sinalizados. As normas que devem ser obedecidas estão na NBR9050 (Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiências a Edificações, Espaço, Mobiliário e Equipamentos Urbanos).

Sanitários públicos: do total deles em um edifício, 5% devem ser adaptados.

Considerações gerais:

◦ Armários: mínimo 30cm do piso, deixando livre a extremidade inferior. Altura máxima 1,20m a partir do piso e puxadores e fechaduras entre 80 e 100cm;
◦ Cabideiros devem ficar entre 80cm e 1,20m do piso, assim como registros;
◦ Desnível máximo para o piso: 1,5cm
◦ Dispositivo de Sinalização de Emergência: poderá ser instalado perto do box ou da bacia a uma altura de 40cm do piso, para acionamento em caso de queda.

Para ilustrar seguem alguns modelos. O objetivo é transmitir algumas noções básicas que auxiliam na colocação de barras de apoio, espelhos, bacias, pias e chuveiros. Para mais informações e vários detalhes adicionais consulte a NBR9050 ou um profissional especializado (link ao final do texto).

Módulo Básico

◦ Dimensão: o ideal é 1,50m X 1,70m mas poderá medir 1,50m X 1,50m (media mínima e neste caso a porta deve ter 1m de largura - confira na NBR9050 ilustrações);
◦ Barras laterais: altura 75cm a partir do piso acabado (medidos pelo eixo de fixação), comprimento mínimo 80cm (deve avançar 50cm a partir da extremidade frontal da bacia), diâmetro entre 3,5 e 4,5cm e distância de 4cm no mínimo da parede, ou seja, a parte mais externa estará a, no mínimo, 7,5cm da parede. O eixo da bacia deverá estar a 40cm da face da barra lateral. Já a barra dos fundos deve estar a no máximo 11cm da parede dos fundos (em relação à sua face externa) e deve extender-se no mínimo 30cm além do eixo da bacia em direção à parede lateral;
◦ Bacia sanitária: melhor o modelo sem caixa acoplada. Caso tenha, deve-se garantir a instalação da barra de apoio dos fundos para evitar que a caixa seja utilizada como apoio. Neste caso a altura entre a face da barra e a caixa acoplada deve ser de no mínimo 15cm. A altura do assento da bacia sanitária deve ficar entre 43 e 46cm do piso acabado (medidas da borda superior, sem o assento). Considerando com o assento, a medida máxima de altura é 46cm. Se for usada base de alvenaria para erguer o vaso sanitário, esta base não deve ter mais de 5cm além do contorno da bacia;
◦ Válvula de descarga: altura máxima 1m e se possível com alavanca ou mecanismos de acionamento automático;
◦ Papeleira: altura entre 50 e 60cm a partir do piso e a 15cm a partir da ponta frontal da bacia;

Banheiro Adaptado: módulo básico. Fonte: Portal Clique Arquitetura

Modelo 2 (com pia)

◦ Dimensão: 2,00 de largura X 1,70m (em um módulo de 1,50 x 1,70m também é possível inserir um lavatório no canto - para conferir o desenho acesse a NBR9050);
◦ Barras laterais: altura 75cm a partir do piso acabado (medidos pelo eixo de fixação), comprimento mínimo 80cm (deve avançar 50cm a partir da extremidade frontal da bacia), diâmetro entre 3,5 e 4,5cm e distância de 4cm no mínimo da parede, ou seja, a parte mais externa estará a, no mínimo, 7,5cm da parede. O eixo da bacia deverá estar a 40cm da face da barra lateral. Já a barra dos fundos deve estar a no máximo 11cm da parede dos fundos (em relação à sua face externa) e deve extender-se no mínimo 30cm além do eixo da bacia em direção à parede lateral;
◦ Bacia sanitária: melhor o modelo sem caixa acoplada. Caso tenha, deve-se garantir a instalação da barra de apoio dos fundos para evitar que a caixa seja utilizada como apoio. Neste caso a altura entre a face da barra e a caixa acoplada deve ser de no mínimo 15cm. A altura do assento da bacia sanitária deve ficar entre 43 e 46cm do piso acabado (medidas da borda superior, sem o assento). Considerando com o assento, a medida máxima de altura é 46cm. Se for usada base de alvenaria para erguer o vaso sanitário, esta base não deve ter mais de 5cm além do contorno da bacia;
◦ Válvula de descarga: altura máxima 1m e se possível com alavanca ou mecanismos de acionamento automático;
◦ Papeleira: altura entre 50 e 60cm a partir do piso e a 15cm a partir da ponta frontal da bacia;
◦ Lavatório: deve ser suspenso e sua borda superior deve estar entre 78 e 80cm de altura em relação ao piso acabado, devendo a parte inferior ser livre de obstáculos e respeitar a altura livre mínima de 73cm; o sifão e a tubulação devem estar a no mínimo a 25cm da face externa da pia; a torneira deve ser acionada por alavanca ou dispor de acionamento automático e estar a no máximo a 50cm da face externa da pia;
◦ Barra apoio lavatório: é necessária a instalação de barras de apoio ao redor do lavatório (obedecendo a altura deste);
◦ Espelho: a base inferior deve estar no máx. a 90cm do piso e a altura da borda superior deve estar a no mín. 1,80m do piso acabado. Quando inclinar 10º o espelho em relação a parede a altura da borda inferior deve ser de no máximo 1,10m e a borda superior de no mínimo 1,80m do piso acabado;
◦ Acessórios junto ao lavatório (como saboneteiras e toalheiros): devem estar entre 80cm e 120cm do piso acabado.


Modelo 2: bacia sanitária e pia. Projeção indica o espaço destinado à cadeira de rodas com aproximação frontal. Fonte: Portal Clique Arquitetura.
Modelo 3 (com pia e ducha)

◦ Dimensão: 2,05 de largura X 2,40m (módulo desenvolvido pela equipe do Portal Clique Arquitetura, baseado na NBR9050);
◦ Barras laterais: altura 75cm a partir do piso acabado (medidos pelo eixo de fixação), comprimento mínimo 80cm (deve avançar 50cm a partir da extremidade frontal da bacia), diâmetro entre 3,5 e 4,5cm e distância de 4cm no mínimo da parede, ou seja, a parte mais externa estará a, no mínimo, 7,5cm da parede. O eixo da bacia deverá estar a 40cm da face da barra lateral. Já a barra dos fundos deve estar a no máximo 11cm da parede dos fundos (em relação à sua face externa) e deve extender-se no mínimo 30cm além do eixo da bacia em direção à parede lateral;
◦ Barras para o Boxe: na parede de fixação do banco deverá ser instalada uma barra vertical a 75cm do piso, com comprimento mínimo de 70cm e a uma distância de 85cm da parede lateral ao banco. Na parede lateral ao banco devem ser instaladas 2 barras de apoio, sendo uma vertical e outra horizontal (ou uma em "L"). Confira as medidas nos desenhos abaixo e para saber mais acesse a NBR9050 (link ao final do texto).
◦ Bacia sanitária: melhor o modelo sem caixa acoplada. Caso tenha, deve-se garantir a instalação da barra de apoio dos fundos para evitar que a caixa seja utilizada como apoio. Neste caso a altura entre a face da barra e a caixa acoplada deve ser de no mínimo 15cm. A altura do assento da bacia sanitária deve ficar entre 43 e 46cm do piso acabado (medidas da borda superior, sem o assento). Considerando com o assento, a medida máxima de altura é 46cm. Se for usada base de alvenaria para erguer o vaso sanitário, esta base não deve ter mais de 5cm além do contorno da bacia.
◦ Válvula de descarga: altura máxima 1m e se possível com alavanca ou mecanismos de acionamento automático;
◦ Papeleira: altura entre 50 e 60cm a partir do piso e a 15cm a partir da ponta frontal da bacia;
◦ Lavatório: deve ser suspenso e sua borda superior deve estar entre 78 e 80cm de altura em relação ao piso acabado, devendo a parte inferior ser livre de obstáculos e respeitar a altura livre mínima de 73cm; o sifão e a tubulação devem estar a no mínimo a 25cm da face externa da pia; a torneira deve ser acionada por alavanca ou dispor de acionamento automático e estar a no máximo a 50cm da face externa da pia;
◦ Barra apoio lavatório: é necessária a instalação de barras de apoio ao redor do lavatório (obedecendo a altura deste);
◦ Espelho: a base inferior deve estar no máx. a 90cm do piso e a altura da borda superior deve estar a no mín. 1,80m do piso acabado. Quando inclinar 10º o espelho em relação a parede a altura da borda inferior deve ser de no máximo 1,10m e a borda superior de no mínimo 1,80m do piso acabado;
◦ Acessórios junto ao lavatório (como saboneteiras e toalheiros): devem estar entre 80cm e 120cm do piso acabado.
◦ Área de Transferência: deverá ser prevista uma área de transferência externa ao boxe, estendendo-se no mínimo 30cm além da parede onde o banco está fixado (veja a figura abaixo). Se houver porta no boxe esta não pode interferir na transferência da cadeirade rodas para o banco e deve ser de material resistente a impactos;
◦ Boxe: a medida mínima é de 90 x 95cm;
◦ Banco: deverá haver dentro do boxe um banco de apoio articulado ou removível, com cantos arredondados e superfície antiderrapante e impermeável. Comprimento mínimo 70cm, profundidade mínima 45cm e altura de 46cm em relação ao piso acabado;
◦ Chuveiro: registros e misturadores devem ser do tipo alavanca, preferencialmente monocomando e instalados a 45cm da parede de fixação do banco e a 1m de altura em relação ao piso acabado. Deve haver ducha manual, na qual deve haver o controle de fluxo da água e a ducha deve ser instalada a 30cm da parede de fixação do banco a altura de 1m do piso acabado;

Modelo 3: bacia sanitária, lavatório e ducha. Fonte: Portal Clique Arquitetura.
Elevação apresenta medidas de colocação dos equipamentos. Fonte: Portal Clique Arquitetura.
Banheira


◦ Banco lateral: altura 46cm, 45cm largura, com parede atrás para apoio e com largura igual à da banheira (indicado em marrom na figura abaixo);
◦ Banheira: altura 46cm do piso;
◦ Registros: 30cm acima da linha da banheira, de preferência monocomando e acionado por alavanca;
◦ Barras laterais: horizontais e verticais, 20cm acima da linha da banheira e com 90cm de comprimento (em vermelho indicamos a barra vertical que está a 20cm da linha da banehiro e tem 90cm de comprimento).

Ilustração apresenta banheira e banco representado na cor cinza com suas medidas. Fonte: Portal Clique Arquitetura.

Fontes Consultadas e Indicadas:


NBR9050 / 2004 - 2ªedição. Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos.

03 novembro 2010

Madeira | Use Com Consciência



Se você é fã desse material nobre, conheça os cuidados para escolher opções sustentáveis para a estrutura, o piso e os móveis.

Quanto vale uma árvore que foi retirada da floresta de maneira sustentável, ou seja, de modo a garantir a manutenção da biodiversidade da área ao longo de muitos anos? Essa talvez seja a principal questão quando o assunto é o uso consciente da madeira. O Greenpeace Brasil estima que 80% das toras produzidas anualmente na Amazônia tenham origem ilegal.

“Muitas vezes, elas são obtidas de forma predatória, sem pagamento de impostos ou cuidados socioambientais”, afirma Daniele Rua, coordenadora de Cadeia de Custódia FSC (Conselho de Manejo Florestal), da certificadora Imaflora. “São fatos que permitem um preço final mais baixo”, explica. Em outras palavras, a madeira ilegal é falsamente barata.

Mas isso não quer dizer que a versão sustentável tenha que custar muito mais. Segundo o Imaflora, algumas empresas vendem produtos de origem comprovada com sobrepreço, pois têm clientes que condicionam a compra à certificação e aceitam pagar mais por isso. Para o arquiteto Gustavo Calazans, de São Paulo, falta um equilíbrio. “Uma demanda maior ajudaria a baixar o preço”, diz.

SELOS VERDES

Para a construção de estruturas, desde os anos 60, as árvores nativas dividem espaço com as plantadas, que já ocupam 6,1 milhões de hectares no país. “As de reflorestamento, como pínus e eucalipto, podem ser cortadas com idade entre 10 e 15 anos, enquanto as nativas precisam de mais de 30 anos”, compara Carlos Alberto Funcia, presidente da Sociedade Brasileira de Silvicultura. Mas é preciso considerar que essas espécies não dispõem de alta resistência natural e pedem mais cuidados na manutenção. Hoje, cerca de 60% dos quase 5,5 milhões de hectares de florestas certificadas no Brasil pelo FSC correspondem a áreas plantadas. Os outros 40% são florestas naturais, sobretudo da Amazônia. Para muitos especialistas, carimbos verdes seriam a única forma de garantir a sustentabilidade. Além dele, o Brasil conta com o Cerflor (Programa de Certificação Florestal), do Inmetro. Eles provam que houve controle na extração, com baixo impacto ambiental e preocupação social. “Mesmo que a madeira tenha entrado legalmente em São Paulo, não significa que ela também tenha sido produzida assim”, observa Maurício Voivodic, coordenador de certificação de florestas naturais do Imaflora.

Este artigo foi extraido há meses da internet, enquanto fazia algumas pesquisas, no entanto, me esqueci de copiar os créditos da fonte. Por ser um tema de grande importância, insisti na publicação aqui no blog. Peço desculpas ao autor.
Fotos Google.
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